Introdução: Cada cristão precisa estar ciente de que desde o dia em que ele aceitou a Jesus está em uma guerra contra o inimigo das nossas almas. Contudo, podemos vencê-los confrontando-os com as armas que o Senhor nos deu. Ef 6.10 Precisamos, na vida cristã, aprender a usar estas armas e confrontar o poder das trevas da seguinte forma: Vencendo o Primeiro Inimigo. A Carne com Jejum e Oração (Mt 26.41); I – O QUE É JEJUM? Jejum é a maneira bíblica de obedecer e entregar sua vida em sacrifício vivo e agradável a Deus para que Ele possa fazer, através da sua vida. O jejum pode ser: a) Absoluto. “É a abstinência total de alimentos” onde o crente fica por um determinado tempo sem comer e sem beber; b) Parcial. O jejum parcial é abstinência de determinados alimentos, como fizeram Daniel e seus companheiros na Babilônia. Eles passaram a ingerir somente legumes e agua Dn 1.8-15. O jejum, seja ele absoluto ou parcial, libera o espírito do homem a ter um relacionamento intimo com Deus. II – QUAL O EFEITO DO JEJUM? Vejamos Isaías 58: 1.Abate, mortifica a carne – o espírito do homem facilmente entra em contato com Deus; SL.69.10 2.Solta as ligaduras da impiedade – ajuda-nos a vencer nossas fraquezas carnais Is. 58.6 3.Desfaz as ataduras de servidão – nos auxilia a libertarmos de hábitos mundanos arraigados; 4.Deixa livre os oprimidos – destrói o poder opressor de satanás e seus demônios; 5.Despedaça todo julgo – desfaz os fardos pesados que satanás colocou sobre os nossos ombros. O Jejum “limpa” o canal pelo qual fluirão os dons e a vida de Deus. É um instrumento poderoso para fortalecer a fé. III– PARA QUE DEVEMOS JEJUAR? 1.Para buscar ao Senhor – obediência (Jl. 2:12-13); 2.Para humilhar a alma – quebrantamento (I Pe. 5:6-7; Sl. 34:18); 3.Para entregar-se à oração (I Co. 7:5); 4.Para aumentar a fé (Mt. 17:19-21) 5.Para oferecer o Espírito (Gl. 5:16). Há uma continua luta entre a carne e o Espírito e para vencê-la, precisamos alimentar nosso espírito. No jejum, abstemo-nos de alimentos sólidos para receber o verdadeiro alimento espiritual a fim de sermos fortalecidos nesta luta; 6.Para alcançar objetivos específicos, baseado nas promessas da Palavra de Deus; Vencendo o Segundo Inimigo. O Mundo com a fé I Jo. 5.4 A fé é o firme fundamento das coisas que se espera e a prova das que se não veem Hb. 11.1, 6 Sem fé é impossível agradar a Deus. Vencendo o Terceiro Inimigo. O diabo com a palavra de Deus Mt. 4.4,7, 10, a palavra é espada cp. Hb4.12. Espada de dois gumes. Conclusão: Em todas as nossas batalhas espirituais devemos aliar ao uso dessas armas uma atitude de adoração, pois, a adoração atrai a presença de Deus e recorrer ao poder de Deus, buscando a sua presença. O Senhor nos guiará a usar a “arma secreta” do jejum, para fazer desencadear alguma operação especial de milagre. No contexto espiritual faz-se necessário estarmos sempre vigilantes e atentos às ordens de nosso Comandante Geral – o Senhor Jesus Cristo! Ele é o Vencedor em todas as batalhas! Ele nos garante a vitória! Aleluia!. Rinaldo Santana |
sábado, 24 de março de 2012
OS TRÊS INIMIGOS DO CRISTÃO
quinta-feira, 8 de março de 2012
A VERDADE, A MENTIRA, A ÁGUA E O FOGO
Há muito tempo, a Verdade, a Mentira, o Fogo e a Água estavam viajando e chegaram a um rebanho de gado. Discutiram o assunto e chegaram à conclusão de que seria melhor dividir o rebanho em quatro partes iguais para que cada um pudesse levar consigo uma quantidade igual de animais.
Mas a Mentira era gananciosa e arquitetou um plano para ficar com uma parte maior. - Ouça o meu conselho – sussurrou ela, puxando a Água para um canto.
– O Fogo está planejando queimar toda a relva e as árvores das suas margens para conduzir seu gado pelas planícies e ficar com os animais para si. Se eu fosse você, acabaria com ele logo agora, e assim repartiríamos a parte dele entre nós.
A Água foi tola o suficiente para acatar o conselho da Mentira e lançou-se sobre o Fogo, apagando-o. E a Mentira dirigiu-se em seguida para a Verdade, sussurrando-lhe:
- Veja só o que fez a Água! Acabou com o Fogo para ficar com o gado dele. Não deveríamos associar-nos a alguém assim. Deveríamos pegar todo o gado e partir para as montanhas. A Verdade acreditou nas palavras da Mentira e concordou com seu plano. E, juntas, levaram o gado para as montanhas.
- Esperem por mim – disse a Água, correndo no se encalço, mas é claro que não conseguiu correr morro acima. E foi deixada para trás, no vale.
Ao chegarem no topo da montanha mais alta, a Mentira virou-se para a Verdade e pôs-se a rir.
Ao chegarem no topo da montanha mais alta, a Mentira virou-se para a Verdade e pôs-se a rir.
- Consegui enganá-la, sua idiota! – disse ela, soltando uma risada estridente. – Agora você vai me dar todo o gado e será minha escrava, ou eu a destruirei.
- Ora essa! Você me enganou – admitiu a Verdade. – Mas eu jamais serei sua escrava.
E as duas brigaram; e enquanto se batiam, os trovões ecoavam pelas montanhas. As duas se agrediram como o quê, mas nenhuma conseguiu destruir a outra. Acabaram decidindo chamar o Vento para decidir quem seria a vencedora da disputa. E o Vento subiu a montanha a todo velocidade, e escutou o que ambas tinham a dizer. E por fim falou:
- Não me cabe apontar a vencedora. A Verdade e a Mentira estão fadadas à disputa. Às vezes, a Verdade ganhará; outras vezes a Mentira prevalecerá; neste caso, a Verdade deverá se erguer e tornar a lutar. Até o fim do mundo, a Verdade deverá combater a Mentira e jamais buscar o descanso ou baixar a guarda; caso contrário, será aniquilada para sempre.
Assim é que a Verdade e a Mentira continuam lutando até hoje.
Assim é que a Verdade e a Mentira continuam lutando até hoje.
Extraído de: O Livro das Virtudes
William J. Bennett – Editora Nova Fronteira
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