sábado, 12 de novembro de 2011

VENCENDO O GIGANTE

"E um gigante saiu do arraial dos filisteus, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo." (1 Sm 17:4)

Golias era um homem fora dos padrões normais da humanidade, tinha exatamente 2,884 m. Nossas lutas podem ser comparadas a esse gigante, sendo tão grandes ou até maiores que este. Esses gigantes entram em nossas vidas através do pecado. Como isso pode ser verdade? Não somos nos cristãos filhos de Deus? O nosso pecado, foi não deixar que Deus agisse em favor de nossas vidas, foi a nossa infidelidade, com o Deus vivo.

Saul que era o Rei de Israel, tinha agido por conta própria em outra situação em que os filisteus sitiavam Israel, Deus tinha deixado uma ordem, porém ele não esperou o momento certo, e foi rejeitado por Deus, como rei (1 Sm 13 : 5 - 14). Portanto, ele deu legalidade para que esta situação se instalasse em Israel. Semelhantes somos nós, que com a nossa infidelidade damos legalidade para que os gigantes entrem em nossas vidas e nos escravizem, 1 Sm 17:9.

"O filisteu chegava pela manhã e à tarde; e se apresentou durante quarenta dias." (1 Sm 17 : 16)


O gigante quer nos intimidar, nos fazendo temer e recuar. A intimidação nos leva a escravidão, mas o povo eleito do Senhor não foi deve ser escravizado por gigantes ou qualquer outra coisa, pois o Senhor nos resgatou com Seu precioso sangue para de fato sermos livres, Deus quer que sejamos libertos, Ele veio para libertar os cativos.

Como então podemos nos livrar do gigante?


"E Davi disse a Saul: Ninguém perca a coragem por causa dele; teu servo irá, e lutará contra este filisteu. Mas Saul disse a Davi: Não poderás ir contra esse filisteu porque tu és moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade.". (1 Sm 17 : 32 - 33)


"E Davi disse: O Senhor que me salvou do leão e do urso, me salvará deste filisteu. Então Saul disse a Davi: Vai, e o Senhor esteja contigo." (1 Sm 17:37)


Davi, que era um homem segundo o coração de Deus, era também dotado de uma ousadia sobrenatural, quando ele se ofereceu para lutar e derrotar Golias, Saul olhava para o natural, Davi era jovem, moço, entretanto, Davi olhava para o sobrenatural, para o Senhor dos Exércitos. Deus gosta de pessoas ousadas por isso Davi foi eleito por Ele. Somos eleitos por Deus quando permitimos que Jesus entre em nossas vidas, portanto, devemos crer que nenhum gigante nos abaterá, ou escravizará, devemos ser ousados tal qual Davi, que aos olhos humanos era incapaz de vencer Golias.

"Quando o filisteu olhou e viu Davi, ele o desprezou, porque era um rapaz, ruivo, e de belo aspecto." (1 Sm 17:42)


"Mas disse ao filisteu: Tu vens contra mim com espada, com lança e com escudo mas eu venho contra ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos Exércitos de Israel, a quem afrontaste. Hoje o Senhor te entregará na minha mão; eu te vencerei, e vou tirar sua cabeça; hoje darei os cadáveres do arraial dos filisteus às aves do céu e as feras da terra; para que toda a terra fique sabendo que Israel tem um Deus; E toda essa assembléia saberá que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; pois do Senhor e a batalha, ele vos entregará em nossas mãos." (1 Sm 17:45-47)


Davi não temeu e não duvidou, que Deus estivesse como ele. E ainda, mais, declarou a vitória de seu povo, este mesmo povo que temia a Golias e os filisteus. Quando um gigante age em nossas vidas, não conseguimos crer, e muito menos declarar a nossa vitória sobre ele por causa da nossa falta de ousadia. A Palavra do Senhor diz ainda que Davi venceu Golias sem uma espada (1 Sm17:50b), porque Davi não venceu Golias pela própria força, mas pela força do Senhor dos Exércitos. Não é pela nossa força, pois somos frágeis e incapazes de vencer, mas pela força de Deus, nossa rocha e salvação.

Depois que Davi matou Golias, todo o Israel se levantou contra os filisteus e os venceu (1 Sm 17 : 52). E como Davi declarou aconteceu, Deus honrou a sua fé. A ousadia de Davi era tanta que depois disso, apareceram mais quatro gigantes filisteus, e todos ele foram mortos, pelas mãos de Israel (2 Sm 21 : 15 - 22). Ou seja, quando temos ousadia, ela contagia também quem está a nossa volta, passamos então a ser um exército ousado do Senhor. Você quer vencer seu(s) gigante(s)? Quer fazer parte desse exército? Creia primeiramente no Senhor dos Exércitos, e seja ousado.

Que Deus possa falar em teu coração.



Fonte: Estudos Gospel

domingo, 6 de novembro de 2011

NEEMIAS LIDERA UM GENUINO AVIVAMENTO

Na Bíblia há diversos relatos de avivamentos. Os avivamentos registrados na Palavra de Deus devem ser observados como parâmetro para os dias atuais, visto que há muita coisa sendo chamada de avivamento, que de avivamento não tem nada (ou quase nada).Darei ênfase neste estudo sobre as características de um genuíno avivamento com base no livro de Neemias.
Contrição
E sucedeu que, ouvindo eu essas palavras, assentei-me, e chorei, e lamentei por alguns dias; (Ne 1.4a)
Um genuíno avivamento promove contrição diante da miséria de indivíduos e povos. Choro, lamento, dor, tristeza e agonia são alguns sentimentos e emoções presentes na vida de gente avivada e sensível às condições adversas.
Oração
e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus. (Ne 1.4b)
Um genuíno avivamento desperta os crentes para o jejum e a oração. Através do jejum e da oração entramos na presença de Deus, e manifestamos diante dele um sentimento de sincera e extrema dependência.
Confissão
Estejam, pois, atentos os teus ouvidos, e os teus olhos, abertos, para ouvires a oração do teu servo, que eu hoje faço perante ti, de dia e de noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que pecamos contra ti; também eu e a casa de meu pai pecamos. (Ne 1.6)
Um genuíno avivamento resulta em confissão, que é a verbalização do sentimento de arrependimento, daquela tristeza que nos lança aos pés do Senhor, para lá nos derramarmos, gemermos, clamarmos, pedirmos e intercedermos por sua graça, misericórdia e intervenção na realidade.
Ação
e disse ao rei: Se é do agrado do rei, e se o teu servo é aceito em tua presença, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a edifique. [...] Então, vim aos governadores dalém do rio e dei-lhes as cartas do rei; e o rei tinha enviado comigo chefes do exército e cavaleiros. [...] E cheguei a Jerusalém e estive ali três dias. [...] E, de noite, me levantei, [...] E, de noite, saí pela Porta do Vale [...].E passei à Porta da Fonte e ao viveiro do rei [...]. Então, de noite, subi pelo ribeiro e contemplei o muro; e voltei, e entrei pela Porta do Vale, e assim voltei. (Ne 2.5, 9, 11, 12, 13, 14, 15)
Um genuíno avivamento promove ações concretas. Não fica apenas na dimensão da contrição, da oração e da confissão. Os versículos acima estão recheados de verbos: cheguei, levantei, saí, passei, subi, contemplei, voltei, entrei etc. Avivamento genuíno faz. Avivamento genuíno é movimento do Espírito que não apenas comove, mas move pessoas. Move com propósito. Move para a glória de Deus.
Mobilização
Então, lhes declarei como a mão do meu Deus me fora favorável, como também as palavras do rei, que ele me tinha dito. Então, disseram: Levantemo-nos e edifiquemos. E esforçaram as suas mãos para o bem. [...]Então, lhes respondi e disse: O Deus dos céus é o que nos fará prosperar; e nós, seus servos, nos levantaremos e edificaremos;[...]. (Ne 2.18-20)
Um genuíno avivamento envolve as pessoas em torno da causa. Não é movimento, e nem ação de um homem só. Mobilização e cooperação entre o povo de Deus na realização de sua obra, são marcas distintas e presentes em vidas motivadas e inflamadas pelo Espírito e pelo desejo de servir, de cooperar, de reconstruir.
Determinação
Acabou-se, pois, o muro aos vinte e cinco de elul, em cinqüenta e dois dias. (Ne 6.15)
Um genuíno avivamento produzirá a conclusão das realizações. A força de um genuíno avivamento faz com que se avance, mesmo diante das adversidades, das ameaças, das tentativas de tirar o foco, de desestimular. Um genuíno avivamento promove desfechos bem sucedidos, fazendo a vontade de Deus prosperar, e nos fazendo prosperar na condição de canais por meio dos quais a sua vontade é executada.
Fundamentação
E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da Porta das Águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel. E Esdras, o sacerdote, trouxe a Lei perante a congregação, assim de homens como de mulheres e de todos os sábios para ouvirem, no primeiro dia do sétimo mês. E leu nela, diante da praça, que está diante da Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens, e mulheres, e sábios; e os ouvidos de todo o povo estavam atentos ao livro da Lei. (Ne 8.1-3)
Um genuíno avivamento é movido, dirigido e mantido pela leitura, reflexão, pregação e ensino da Bíblia. Emoções, experiências e ações precisam estar fundamentadas na Palavra. Um avivamento que não considera a Palavra nunca foi de fato um genuíno avivamento. Um avivamento que negligencia a centralidade da palavra está destinado ao fracasso.
Celebração
E toda a congregação dos que voltaram do cativeiro fez cabanas e habitou nas cabanas; porque nunca fizeram assim os filhos de Israel, desde os dias de Josué, filho de Num, até àquele dia; e houve mui grande alegria. E, de dia em dia, ele lia o livro da Lei de Deus, desde o primeiro dia até ao derradeiro; e celebraram a solenidade da festa sete dias e, no oitavo dia, a festa do encerramento, segundo o rito. [...] E sacrificaram, no mesmo dia, grandes sacrifícios e se alegraram, porque Deus os alegrara com grande alegria; e até as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que a alegria de Jerusalém se ouviu até de longe. (Ne 8.17-18; 12.43)
Um genuíno avivamento é marcado por alegria e celebração. Diante da conclusão das realizações, alcançadas com a ajuda de Deus, resta-nos sorrir e celebrar. Um genuíno avivamento muda semblantes e atitudes. Um genuíno avivamento promove festas com propósitos legítimos, movidas por sentimentos nobres.
Adoração
E, levantando-se no seu posto, leram no livro da Lei do SENHOR, seu Deus, uma quarta parte do dia; e, na outra quarta parte, fizeram confissão; e adoraram o SENHOR, seu Deus. (Ne 9.3)
Um genuíno avivamento produz adoração a Deus. Reconhece sua bondade, santidade, justiça e verdade. Percebe sua grandeza, poder, majestade e soberania. Um genuíno avivamento não exalta os homens, exalta a Deus. Um genuíno avivamento é teocêntrico, em vez de antropocêntrico.
Contribuição
Também, no mesmo dia, se nomearam homens sobre as câmaras, para os tesouros, para as ofertas alçadas, para as primícias e para os dízimos, para ajuntarem nelas, das terras das cidades, as porções designadas pela Lei para os sacerdotes e para os levitas; porque Judá estava alegre por causa dos sacerdotes e dos levitas que assistiam ali. (Ne 12.44)
Um genuíno avivamento promove a contribuição voluntária através dos dízimos e das ofertas. Promove também uma administração responsável das mesmas por parte daqueles incumbidos desta responsabilidade. Num genuíno avivamento a “semeadura” não busca os interesses pessoais, nem qualquer tipo de barganha com Deus.
Santificação
Sucedeu, pois, que, ouvindo eles esta lei, apartaram de Israel toda mistura. [...] E, ordenando-o eu, purificaram as câmaras; e tornei a trazer ali os utensílios da Casa de Deus, com as ofertas de manjares e o incenso. (Ne 13.3)
Um genuíno avivamento produz uma forte aversão e um intenso desejo em romper radicalmente com o pecado. Liderança e liderados, quando vivenciam um genuíno avivamento, assumem uma nova postura e atitude diante de Deus e dos homens, sinalizando uma profunda tomada de consciência sobre o erro, e uma genuína transformação interior. Esquemas de corrupção, roubo, prostituição, política suja (inclusive eclesiástica), alianças vergonhosas, enriquecimento ilícito, adultério, prostituição e coisas semelhantes a estas são abominadas e abandonadas. Um genuíno avivamento gera mudança integral de vida. Um genuíno avivamento desencadeia em nós um contínuo e crescente processo de santificação.
Em tempos onde avivamento é confundido com mero barulho, emocionalismo descontrolado, apresentações coreográficas requintadas com truques tecnológicos, encenações e desempenho artístico de grupos, cantores e pregadores, ajuntamentos e manipulações de massas alienadas da Palavra, acúmulo egoísta de dinheiro, bens e propriedades motivados por distorções no ensino da prosperidade bíblica, clamemos e busquemos por um avivamento nos padrões daquele experienciado por Neemias e seus contemporâneos. 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A CANTORA PENTECOSTAL E POLITICA LAURIETE SE DIVORCIA

Um divorcio chamou atenção do meio gospel e político na última semana. A cantora pentecostal e deputada federal Lauriete Rodrigues (PSC) – que se elegeu com mais de 69 mil votos em 2010 – se separou do marido, o também político, pastor Reginaldo Almeida, que tem toda influência na sua vida política. Depois da separação o trabalho da deputada na Câmara passou a ter mais visibilidade.

O prefeito da sua cidade natal – Vila Velha/ES – que por sinal, também é sua aliada política, Neucimar Fraga (PR) disse que o relacionamento já devia estar ruim, e não quis atribuir a atividade política, que obriga a deputada a morar em Brasília, ser o pivor da separação.

O casal conviveu mais de 20 anos juntos, e tem como principal herança, a filhinha Julia Acsa. Conheça um pouco mais da cantora:

Lauriete Rodrigues, nascida no dia 22 de Fevereiro de 1970 em Vitória-ES, filha de Joaquim de Jesus Pinto e Laurinete Amélia Rodrigues Pinto e tem dois irmãos, Levi e Áquila. Lauriete, recém separada do pastor Reginaldo Almeida tendo uma filha chamada Julia Acsa. Sua última igreja oficial como membro foi a Assembléia de Deus no Ibes, Vila Velha-ES.

Lauriete canta desde os 5 anos de idade e com 7 anos já cantava e tocava violão na igreja. Somente aos 12 anos de idade gravou o seu 1° disco (vinil). Com uma carreira abençoada, ela tem gravado quase um CD por ano. Atende convites por todo país e por todo mundo. A sua fidelidade, seriedade e compromisso com as coisas de Deus, fazem com que sua agenda seja muito concorrida. Lauriete já cantou em todo território brasileiro e também ja viajou para cantar em muitos outros países.

Com uma carreira de 27 anos, com 24 CDs gravados, Lauriete é um destaque no meio gospel capixaba, nacional e internacional. Ao longo de sua carreira, Lauriete conquistou alguns prêmios como discos de ouro e de platina.

Além de cantar e ser mãe, Lauriete administra, a sua produtora fonográfica Praise Records, com sede em Vila Velha-ES, que também produz alguns CDs de outros grandes cantores. Além disso, Lauriete atendem o povo capixaba com sua loja Lauriete Music, localizada na capital do estado, com todo artigo evangélico.

Fonte: Renatto Manga

terça-feira, 25 de outubro de 2011

RAZÕES PARA SE ESPERAR EM DEUS


Introdução: Podemos ter esperança quando nos lembramos de tudo o que Deus fez por nós. A Bíblia diz em Romanos 5:1-2 “Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por quem obtivemos também nosso acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e gloriemo-nos na esperança da glória de Deus.” Quando estiver desanimado, ponha a sua esperança em Cristo. A Bíblia diz em Salmos 42:11 “Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele que é o meu socorro, e o meu Deus.”  A esperança motiva outras boas virtudes. A Bíblia diz em Colossenses 1:5 “A fé e o amor vêm por causa da esperança que vos está reservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho.” A esperança cresce quando nos lembramos da promessa da ressurreição. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:13 “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança..” A esperança encontra-se com o coração. A Bíblia diz em Efésios 1:18 “Sendo iluminados os olhos do vosso coração, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos.” Por isso vejamos as razões palas quais  devemos esperar em  Deus:
1) Não ser confundido – SL 25.3
Jacó x Labão – ele foi enganado enquanto esperava receber Raquel recebeu a Léa GN 29.16-28 >>>Deus não nós engana… Não há engano nele.
2) Têm as forças renovadas – SL 27.14;SL 31.24;IS 40.21
Abraão 15.1 Gn12. 4 – tinha ele 75 anos >>> Gn21. 5 Tinha ele 100 Anos
25 anos de espera… Glória
3) Têm Livramento – PV 20.22
Mesaque, Sadraque, Abdenego Dn .3
4) Providência Diária – SL 104.27,28
Sustento cotidiano Mt 6.25-34
5) Acompanhamento de Deus SL 33.18
Os olhos do Senhor
6) Porque no fim da espera tem Louvor (gratidão). SL 42.5,11
Ana I Sm 2.1
MANEIRAS DE SE ESPERAR EM DEUS
1) Pacientemente- SL 37.7 ;SL 145.15;SL 40

Daniel>>21 dias Pedro >> dormindo AT 12
2) Com Exclusividade- SL 62.5
3) Com confiança- MQ 7.7; HB 4.16

4) Em Oração SL .40.1
5) Ansiosamente SL 130. 5,6
6) Em silêncio LM. 3.26; SL 39.1-7
7) Continuamente OS. 12.6
Conclusão: O inimigo das nossas almas é contra nós, mas Deus é o nosso favor. Ele fez com que todos pudessem ter uma vida nova a partir de Jesus Cristo. Vida embutida de esperança; e a desfrutamos desde então, porque nosso Senhor driblou e venceu a morte na sua morte, desfazendo o reinado do pecado que era sobre nós.
Vivamos de Esperança! “Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo. Romanos 15.13”. 
Mensagem pregada pelo Diacono Rinaldo Santana no culto de Domingo  dia 23/10/2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

INTIMOS DE DEUS I

Introdução: Jesus escolheu doze homens para fazer  parte de sua comitiva particular e transformou-os em discípulos. Mas tinha três que sempre estava com Ele: Pedro, Tiago e João. Tinha um grau de intimidade mais elevado com Senhor Jesus. Vale ressaltar que entre os três, João teve exclusividade reclinou a cabeça sobre o peito de Jesus e escutou as batidas do coração do mestre. Não basta ouvir falar sobre Deus Jó 42.5, adorar sem conhecer Jo. 4.22, crer sem se comprometer  Jo.12.42,43. Através de muitas experiências.
Foi assim com os antepassados.
1) Abraão “Você, porem, ó Israel, meu servo, Jacó, a quem escolhi vocês descendentes de Abrão, meu amigo” Is. 41.8, hoje nós os crentes, somos os filhos na fé do patriarca Abraão.
a)     Obediência e relacionamento. Abraão não apenas obedecia a Deus, mas buscava o Senhor para conhecê-lo Gn .12.8; 13.4
b)    Abraão foi é o único na bíblia chamado de amigo de Deus Tg. 2.23. Além de servos ou filhos, o Senhor deseja que sejamos seus amigos Jo. 15.14,15.
c)     Abraão é o primeiro na bíblia chamado de profeta Gn.20.7.
2) Moisés “ O Senhor falava com Moisés face a face, como quem fala com seu amigo” Ex. 33.11
3) Davi “depois  de  Deus ter rejeitado a Saul, levantou-lhes Davi como rei, sobre quem testemunhou: ‘encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração’; ele fará tudo o que for da minha vontade” At. 13.22.
4) Elias “Profetizou segundo a sua própria palavra 1Rs. 17.1
Podemos citar quatro pontos que define a intimidade do crente com Deus:
1.     Sacrifício Ef. 5.1,2
2.     Privilegio Sl. 25.14
3.     Desafio Is. 55.6
Cinco razões pelas quais ainda hoje é possível ter intimidade com Deus
1.     Temer a Deus Sl. 25.4
2.     Ousadia para entrar no Santuário Hb. 10.19
3.     Ser atraente a gloria de Deus Hb. 12.28
4.     Ter Equilíbrio espiritual Ef. 4.14 (Maturidade)
5.     Ter um relacionamento de pai com filho Rm. 8.16
Conclusão: Ser intimo de Deus é um privilegio para aquele que é sincero, porque o perverso é abominável ao Senhor, mas os sinceros ele tem intimidade Pv. 3.32

 Rinaldo Santana
 
 

domingo, 25 de setembro de 2011

O OBEDECER É MELHOR DO QUE SACRIFICAR


“Porem Samuel disse: Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua Palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor do que a gordura de carneiros.” (I Samuel 15:22).

Muitas pessoas têm Deus como O Senhor que abençoa, que cura, que liberta, e por isso fazem: Campanhas, correntes de oração, sacrifícios e todo tipo de método e ritual. A igreja hoje está cheia de modismo. É incrível, mas ultimamente parece que só existe isso. As pessoas estão prontas para sacrificar e entrar em uma campanha, mas não estão prontas para obedecerem a Palavra de Deus!
Muitos esperam uma “profecia uma revelação uma visão e até mesmo cair no espirito (ou seja, o cai, cai)” para começar a andar em amor e liberar perdão. É o contrario do que Jesus ensinou no pai nosso, “Perdoa as nossas dividas assim como nós perdoamos aos nossos devedores Mt. 6.12” “Outros, querem fazer uma campanha para prosperar, mas não são fieis nos dízimos e nas ofertas. Querem viver das suas próprias vontades, mas sacrificam a Deus alguma coisa pensando que com isso vão conseguir agradar a Deus. Sabe, por mais que isso seja comum hoje em dia, não é nada novo. Isso aconteceu também com o Rei Saul e mais tarde com o povo de Israel.

Conclusão: A palavra de Deus nos adverte a obedecer, “todos que obedecem se sacrificam ou oferecem sacrifício, mas nem todos os que sacrificam obedecem.” “Ex. Abraão foi obediente a Deus de maneira que Deus pediu para ele sacrificar o seu filho Isaque e ele obedeceu, ao contrario de Saul, que em desobediência oferecia sacrifício de tolo e Deus não recebia o seu sacrifício”.

Rinaldo Santana 

domingo, 18 de setembro de 2011

SOCORRO AOS NECESSITADOS I


Introdução: como seguidores de Cristo Jesus, devemos lembrar que ele nos deu exemplo como vivermos em meio à sociedade. Foi em meio às pessoas que ele transformou a sociedade e o mundo. Pregava, ensinava, curava os enfermos, libertava os oprimidos pelos demônios e compadecia-se dos que tinham fome.  Mt. 11.19 A igreja deve promover o socorro aos necessitados, visando a ação social e não o assistencialismo.
Ilustração: Tarde da noite, muitos anos atrás, um casal de idade encaminhou-se ao encarregado da portaria no turno da noite, em um hotel de terceira categoria em Filadélfia.
- O senhor teria um quarto onde pudéssemos passar a noite? Já andamos por toda a cidade procurando um lugar onde hospedar-nos, e nada encontramos. Por favor, não nos diga que não tem um quarto onde possamos pernoitar.
- Bem - respondeu o encarregado. - Não tenho um único quarto disponível no hotel, mas podem ficar no meu próprio quarto. Não é tão bom como alguns outros quartos, mas é limpo e para mim será um prazer recebê-los como hóspedes.
- Que Deus o abençoe - suspirou a esposa.
Na manhã seguinte, na hora do desjejum, o marido pediu que um dos garçons chamasse o funcionário da noite. Queria tratar de um assunto importante com ele. Quando este chegou, o marido agradeceu-lhe a bondade e pediu que ele se assentasse.
- Eu sou John Jacob Astor - informou o hóspede. - O senhor é uma pessoa nobre demais para passar o resto de sua vida como porteiro noturno de um hotel de terceira categoria. O que acharia de ser o gerente geral de um grande, belo e luxuoso hotel na cidade de Nova Iorque?
- Isso é maravilhoso demais! - gaguejou o homem.
E assim a bondade de um obscuro funcionário do período noturno de um hotelzinho foi recompensada quando ele se tornou o gerente geral do famoso Hotel Waldorf-Astoria.
Nosso verso faz alusão à hospitalidade demonstrada por Abraão aos três viajantes que na verdade eram anjos. Sim, a bondade compensa. Mas o pagamento nem sempre é recebido nesta vida. Em muitos casos, o dia do pagamento não chegará antes daquele dia em que Jesus dirá: "Vinde, benditos de Meu Pai! entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e Me destes de comer; tive sede e Me destes de beber; era forasteiro e Me hospedastes; estava nu e Me vestistes; enfermo e Me visitastes; preso e fostes ver-Me." S. Mat. 25:34-36.
Conclusão: Necessitamos do socorro divino. Elevo os meus olhos para os montes: de onde me virá o socorro? o meu socorro vem do Senhor que fez os céus e a terra!. Sl. 121. 1,2.

1- A importância com a obra de assistência social At. 4.32,34,35.
a.     Por causa da condição extraordinária em Jerusalém, a igreja tinha de suprir as necessidades de muitos pobres, entre eles muitas viúvas que se amparavam na cidade santa;
b.     Só os necessitados recebiam e os sem necessidades eram os que davam.
2- A Igreja Primitiva foi o padrão At. 6.1-6
a.     Escolheu pessoas para fazer a obra social na igreja , Os “diáconos”, pessoas de boa reputação, de bom testemunho , Cheios do Espirito Santo;
b.     “O Senhor não deseja que a igreja alivie os sofrimentos dos pobres entre seu povo como se faz em dar comida a um cão e lugar para ele dormir”.
3- Jesus é o modelo Mt. 14.13-21, At. 10.2 “Jesus ver a necessidade e o anelo da alma”.
a.     “Sentiu a fome de Nicodemos”;
b.     “Sentiu a Sede da Mulher Samaritana”;
c.      “Compartilhou com a miséria do paralitico em Betesda”;
d.     “Compreendeu o anelo de Zaqueu”.
4- Deve ser um dos alvos fundamentais da igreja Ef. 2.10.
a.     As boas ações são resultado da salvação Cl. 1.10 elas não levam a salvação, mas é um ato dos salvos.
b.     Uma pessoa mostra que é justa pelas coisas que faz Tg. 2.24
5- A pratica das boas obras é uma sequência da salvação 2Co. 9.8 , Cl. 1.10
·        As boas obras são feitas para agradar a Deus por amor e são as consequências da verdadeira fé, posta em prática.
6- A fé sem a pratica das obras é morta Tg. 2.14,17,26
7- Deus reconhece nossas obras
Conclusão: “A igreja de Cristo tem a responsabilidade de proclamar e demonstrar as virtudes do Reino de Deus a toda criatura IPd. 2.9, “como igreja de Deus, temos uma missão a cumprir junto à sociedade como sal da terra e luz do mundo Mt. 5.13,14. Nossa missão é transformá-la através do Evangelho de Cristo.

 Rinaldo Santana


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

IGREJA É CONDENADA A PAGAR DANOS MORAIS POR AFASTAR PASTORA ESTRUPADA

Uma pastora religiosa foi vítima de um estupro por um membro seguidor da igreja. Ao tomar conhecimento do assunto a cúpula da Igreja optou pelo afastamento sumário da pastora, impedindo-a de exercer qualquer atividade ligada à Igreja. Não bastasse o trauma da violência sofrida, a vítima teve ainda outro castigo: foi penalizada sob alegação de conduta imoral.

Além de ter sido estuprada, de ter sido afastada das suas atividades, teve ainda contra si a suspeita de que teria sido consentida a relação forçada. Tendo que suportar todas essas adversidades sem qualquer apoio ou assistência da Igreja e ainda com a agravante de ser acusada de imoral à Pastora não restou outra alternativa se não levar o assunto à Justiça.

Através de uma Reclamação Trabalhista pleiteou além do pagamento de indenização pelo dano moral que houvesse também uma retratação junto aos seguidores. Em primeira instância, a sentença decretou a improcedência da ação. Através de Recurso Ordinário ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região a decisão da primeira instância foi reformada, com a condenação da Igreja no pagamento de uma indenização pelo dano moral praticado à pastora.

O tema dano moral há tempos é objeto de estudo em nosso país, porém, somente após a Constituição Federal de 1988 é que passou a ser largamente tratado em nossos Tribunais.

O tema ganhou tamanha importância, que milhares de ações passaram a tramitar em nossos Tribunais, surgindo até uma nova versão de alguns julgadores que passaram a analisar o tema sob o enfoque de existência de uma Indústria do Dano Moral, condição esta que efetivamente acontece em muitos casos, nos quais falsas vitimas forçam situações buscando indenizações nem sempre devidas.

Certamente não é este o caso que está sendo comentado. Não poderia a Igreja praticar o linchamento moral da Pastora como praticou. Deveria certamente ter oferecido apoio moral à vítima, e não execrá-la publicamente, como fez.

O assunto foi tratado pela Igreja com tanta discriminação, preconceito e desrespeito que em uma reunião de Capelães do Hospital onde essa Pastora atuava foi dito que ela não mais participaria da Capelania por ser imoral.

Em depoimento pessoal no processo, o representante da Igreja disse que se o “estupro” fosse com a sua esposa ela teria reagido, chutando e gritando, como qualquer outra mulher faria. Ao que parece por não ter conseguido evitar a agressão não só a cúpula da igreja mas também algumas esposas de Pastores entenderam que o estupro foi consentido pela vitima. O requinte de crueldade para com a vitima foi tanto que em determinado momento chegou a ser questionada porque não teria chutado e gritado com o agressor. Atento a todas as questões de fato e tendo o respeito à dignidade da pessoa humana como prioridade ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, por unanimidade, reverteu à situação reconhecendo que a atitude da Igreja realmente causou dano moral à Pastora.

O leitor mais familiarizado com as questões de Direito poderia ficar intrigado com o fato de que uma relação religiosa ter sido analisado na Justiça Trabalhista.

Realmente em princípio pode parecer estranho porque está pacificado em nossos Tribunais o entendimento de que as atividades religiosas não caracterizam relação de emprego.

Cabe aqui fazer uma pausa para destacar que a Emenda Constitucional alterou o artigo 119 da Constituição Federal ampliando a competência da Justiça do Trabalho outorgando-lhe poderes para apreciar litígios de trabalho e não só de emprego como era originariamente.

Frente a essa condição e considerando que a Pastora recebia pagamento mensal pelo trabalho realizado, optou-se pela Justiça do Trabalho assumir a competência para julgar o litígio proferindo decisão que condenou a Igreja.

Entendem os estudiosos do tema Dano Moral que a condenação no pagamento de indenizações ao ofendido deve ser levado em conta o caráter pedagógico.

O caso aqui comentado reflete bem a atitude da Igreja que, ao invés de tratar o assunto com piedade e respeito ao sofrimento da mulher, preferiu o julgamento Sumário tal como é feito nas “conversas de botequim” ou pelos estupradores – o estupro aconteceu porque a mulher provocou.

Que a decisão do Tribunal Regional do Trabalho sirva de lição para os falsos moralistas e principalmente para aqueles que julgam sumariamente situações que atinjam a honra e a alma da pessoa humana.