Introdução: quando lemos o evangelho de São João capitulo 20
versículo 28 encontramos alguém que se dirige a Jesus diretamente como Deus:
“Senhor meu e Deus meu!” , foi o incrédulo TOMÉ, mergulhado na tristeza. Jesus
apareceu a Tomé em seu no corpo transformado e apagou as duvidas dele. Porem, o
que motivou aquela explosão de fé – “Senhor meu e Deus meu!” – foi a presença
das “cicatrizes”. “vê as minhas mãos”, disse-lhes Jesus. Chega também a mão e
põe – na no meu lado”. Num átimo de revelação. Tomé viu a maravilha do Deus
Onipotente, o Senhor do universo, condescendendo para assumir nossa dor, para
completar a união com a raça humana.
Nem
mesmo Deus ficou isento da dor. Deus uniu-se a nós e participou plenamente de
nossa condição humana, até mesmo de sua aflição. Nesse padrão, Tomé reconheceu
a verdade mais fundamental do universo: que Deus é amor amar significa sentir
aflingir-se. A dor manifesta a vida.
Os
judeus, treinados nas profecias do Antigo Testamento, tinham um ditado “Onde
está o Messias, ali não há miséria”. Depois de Jesus poderíamos mudar esse
ditado e dizer: “Onde há miséria, ali está o Messias”. Bem-aventurados os
pobres, disse Jesus, e aqueles que têm fome e sede, e aqueles que choram –
esses somos nós, hoje! – e aqueles que sofrem perseguições, Jesus abraçou
voluntariamente cada um dos estados que chamou de Bem-aventurados: ele conheceu
a pobreza e sentiu fome e sede; ele chorou; ele foi cruelmente perseguido.
Onde
está Deus quando chega a dor?
Temos uma resposta porque Deus veio para terra e nos mostrou isso. O que
devemos fazer apenas é seguir Jesus de
perto e observar como ele responde as tragédias de seu tempo.
a) Desabamento
da Torre de Siloé – ou cuidai que
aqueles dezoito sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou eram mais
culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não era eu vo-lo afirmo;
mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis. Lc. 13.4,5; Aqui o
Senhor Jesus comenta uma tragédia: em Siloé, nas cercanias de Jerusalém, uma
torre que caiu e matou 18 pessoas. Isso faz parte dos acontecimentos
imprevisíveis, como os terremotos e ciclones, dos quais muitos dizem: “não nos
falem do de um Deus que permite catástrofes que afetam tanto inocentes quantos
culpados”.
b) Viúva de Naim
que perdeu o se único filho - "E, quando chegou perto da porta da cidade, eis
que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma
grande multidão da cidade." Lucas 7:12 E a
mãe do jovem morto, via a tragédia da sua vida se agravar ainda mais. Já havia
perdido o marido e passado um sofrimento enorme. Como a mulher naquela época não
podia ter emprego e salário restou ao filho prover o seu sustento.
Deus é apenas uma alternativa ao desespero da dor sem cura
neste mundo?..
Conclusão:
Em momentos como esses Jesus nunca fazia sermões sobre os julgamentos de Deus
ou a necessidade de aceitar a misteriosa providencia divina. Em vez disso, ele respondia com
compaixão – palavra latina que significa simplesmente “sofrer com” – e conforto
e cura. Deus está ao lado de quem está sofrendo.
Fonte de pesquisa:
PHILP YANCEY – PARA QUE SERVE DEUS
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